O "Cluster" é chamado "Messier 9", e contém multidões de estrelas que estão em uma nuvem esférica cerca de 25.000 anos-luz da Terra. A imagem é muito fraca para ser vista a olho nu, e quando foi descoberto pelo astrônomo francês Charles Messier em 1764, o cientista só podia vê-lo como uma mancha tênue que ele classificou como uma nebulosa ("nuvem" em latim).
Agora, porém, o Telescópio Espacial Hubble é poderoso o suficiente para ver mais de 250.000 estrelas no "Messier 9", em uma nova imagem liberada sexta-feira. Os pontos mais azuis indicam estrelas mais quentes, enquanto as estrelas mais avermelhadas são mais frias.
"Messier 9" é que é conhecido como um aglomerado globular, contendo algumas das mais antigas estrelas da galáxia em uma moita que se pensa terem sido formadas juntas quando o universo era muito mais jovem. As estrelas, que são cerca de duas vezes mais antigas que o sol, são feitas de materiais diferentes do que a nossa estrela é constituída. Eles têm elementos mais pesados, tais como oxigênio, carbono e ferro, que estavam presentes apenas em quantidades maiores quando o universo era mais velho.
Essa nova foto do "Hubble" é a imagem de mais alta resolução já tomada de Messier 9, e revela o cluster antigo como nunca antes. Tantos detalhes das estrelas são visíveis, apesar do fato de que toda a imagem se estende por uma área não maior do que o tamanho da cabeça de um alfinete realizada no comprimento do braço.
O Telescópio Espacial Hubble lançado em 24 de abril de 1990, já foi visitado cinco vezes por tripulações do ônibus espacial para reparos e atualizações, e ainda está em grande forma, dizem os cientistas.
Fonte: http://www.msnbc.msn.com

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