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Santa Rita, Paraíba, Brazil
Atuo como Auditor, Consultor e Períto Contábil, mais especificamente na area de cooperativas médicas/odontológicas e no Terceiro Setor

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

DIA DO CONTADOR - 22 de setembro


Regulamentada pelo decreto nº 9295 de 1946, a profissão de contador tem suas atribuições definidas pela resolução 560, de 1983, do Conselho Federal de Contabilidade. Para a prática de sua atividade profissional, o contador necessita ter formação cultural sólida e diversificada, pois os pareceres, os relatórios e as demonstrações contábeis realizadas sob sua responsabilidade, são elementos indispensáveis à orientação e fundamentação de decisões tomadas pelos dirigentes de empresas tanto públicas como privadas. A data de 22 de setembro foi escolhida como a de comemoração do Dia do Contador por ser ela a mesma dedicada ao padroeiro da profissão, São Mateus, um apóstolo que antes de se dedicar à evangelização exercia a atividade de publicano (cobrador de rendimentos públicos, uma categoria de gente rica que arrematava em leilão o direito à cobrança dos impostos nas diversas províncias romanas).

No Brasil, a seleção da data marca também a criação, em 1945, do curso de ciências contábeis, através do decreto nº 7988. O ministrado pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, um dos primeiros cursos superiores em contabilidade instalados no Brasil, começou a funcionar no mesmo ano de sua criação, na recém-constituída Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas de Minas Gerais, hoje denominada Faculdade de Ciências Econômicas. Em 1953, ele passou a se chamado de Ciências Contábeis. O início desse sistema de ordenação e escrituração das contas de uma empresa aconteceu empiricamente, ou seja, seu conhecimento desenvolveu-se através da experiência adquirida com a prática, e seu criador - e principal divulgador do método de partidas dobradas - foi o monge franciscano Lucas Pacioli (1450-1510), matemático italiano e professor dessa matéria nas principais cidades de seu país.

Até a primeira metade da década de 70 o praticante desse ofício técnico também era conhecido no Brasil como guarda-livros, mas como os profissionais de Contabilidade passaram a receber o nome de contadores, esta expressão caiu completamente em desuso. Aqueles que se formam ou concluem os cursos de nível superior de Ciências Contábeis recebem o diploma de Bacharel em Ciências Contábeis. Particularmente, também se pode atribuir o título de técnicos de contabilidade aos que têm formação de nível secundário. O exercício da profissão pede conhecimentos aprofundados de planejamento, coordenação, controle, análise e interpretação das informações econômico-financeiras e patrimoniais. O mercado de trabalho para os bacharéis em ciências contábeis são basicamente, as empresas industriais, comerciais e governamentais. O contador pode também lecionar para as classes de 1º, 2º e 3º Graus.

Um estudo sobre os profissionais dessa área esclarece que ainda na década de 80 os contadores gerenciais ficavam longe do centro de decisões e tinham pouco contato com os outros departamentos, não participando do processo decisório e sendo informados posteriormente das que haviam sido tomadas. Hoje, porém, o papel do contador gerencial sofreu profunda transformação, pois um número crescente desses profissionais se dedica quase integralmente à consultoria interna ou analise de negócios, dentro de suas próprias empresas, terceirizando seus trabalhos. O avanço da informática também tem liberado os contadores gerencias dos trabalhos rotineiros de contabilidade, razão pela qual eles podem disponibilizar mais tempo para os relatórios, análise e interpretação das informações do mercado. A maioria deles deixou o isolamento para atuar dentro dos departamentos operacionais, interagindo com os demais segmentos comerciais, administrativos e financeiros e participando das decisões finais que nortearão as atividades da empresa.

Os contadores que ingressam no mercado têm conhecimento de que a profissão exige pré-requisitos pessoais, tais como habilidade e boa comunicação oral e escrita, habilidade de atuar em equipes de trabalho, capacidade de análise detalhada, sólida experiência em contabilidade e conhecimento aprofundado da atividade comercial, como um todo, pois além de detectar os problemas possivelmente existentes na empresa, o contador também precisa de habilidade bastante para apresentar as possíveis opções de solução aos que foram identificados. Atualmente, trabalhar como contador tornou-se bem mais interessante e gratificante que no passado, pois o profissional do setor deixou de ser um funcionário burocrata para tornar-se parceiro estratégico da empresa em que atua.

Fernando Kitzinger Dannemann

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

De molar a molar


Eu não creio em fórmula para a felicidade, mas, para o bem estar, não duvido que um bom sorriso funcione como terapia. E se este vem acompanhado de uma gargalhada solta no ar, age como um milagroso elixir. 

Sorrir faz bem “sem olhar a quem”. A liberação de endorfina e serotonina pode provocar um efeito magnífico, extasiante. Gratuito e sem necessidade de prescrição, o sorriso é um remédio sem efeitos colaterais. Benefícios vários são percebidos a cada vez que sorrimos “de molar a molar” (como na frase utilizada por um amigo que tenho, a cada vez que é acometido por algum prazer).

Na noite da última terça-feira eu me encontrava constantemente sentindo tal prazer, como que ilustrando o que diz o meu antigo amigo. Motivos para isso eu tinha sobrando: a véspera do feriado, o aniversário de uma amiga e o não excessivo alto astral do seu namorado. Este, “interpretando”, dizia coisas que me faziam sentir alegria como há tempos eu não sentia.

Confesso que não lembro exatamente quando foi que eu ri “com tanta vontade”! E propago a quem interessar o bem que isso me causou. Numa noite divertida e de comemorações, eu não só exibia o sorriso como gosta de ver o meu adorável amigo parafraseado, como também emitia as gargalhadas mais sonoras que lembro ter dado nos últimos meses. O sangue passando pela minha cabeça era esfriado, e cerca de quarenta músculos movimentavam-se continuamente, massageando a minha face feliz.

Não gosto de “sorriso amarelo”, mas um sorriso simpático e silencioso também tem o seu mérito. Basta que haja espontaneidade. E sugiro a quem se predispor: 

“Sorria, meu bem. Sorria!”  


Aderivan Albério, 09 de setembro de 2011.

domingo, 4 de setembro de 2011

A MÍDIA SANTA RITENSE E SUA RENDENÇÃO NA INTERNET


Desde criança aprendemos que o Homem é produto do meio em que vive, ou seja, do que escuta e do que vê, prioritariamente na mídia.

Acompanhamos parte dessa trajetória midiática em nossa cidade de Santa Rita, que antigamente era feita exclusivamente na farmácia de seu Odon, que ficava situada na Rua São João, como Santa Rita restringia sua população ao centro da cidade e ao Alto das populares, e como não existiam jornais ou rádios, era na Farmácia de Seu Odon que todos sabiam das novidades políticas, traições conjugais e adesões homossexuais, coisa rara naquela época.

A cidade cresceu, mas ainda sem mídia, com uma radio comunitária surgindo aqui, outra acolá e gritando comerciais nos postes do centro, com isso, todo o “leva e traz” da cidade mudou de local, e naquele mais recente instante, as notícias eram sabidas e contadas na sede do Guarany, para onde se dirigia os homens ocupados nos fins de semana e em todo o percurso da mesma, pelos amantes do baralho e sinuca e demais desocupados da cidade, que eram os entendidos da vida alheia.

A cidade cresceu, um andar para cima, e só! E chegaram as rádios e os seus locutores, que eram assim chamados outrora, a comunicação cresceu em seu tamanho atingindo mais ouvintes em localidades mais distantes, mesmo com esse crescimento das ondas sonoras a cidade não teve muito do que se orgulhar de seus radialistas, exceto raras exceções, como o do sempre lembrado Seu Tatá e mais recentemente do filho de meu amigo Oscimar e Simone, o radialista Osmar Queiroz, mais conhecido como “Garotinho” que tem uma linha correta e coerente em relação à política social e a informação radiofônica em geral.

Eis que para a nossa redenção surge a internet em nossos computadores e celulares, agora cada cidadão Santa Ritense volta aos anos 60 e fazem da internet, em seus ORKUT, MSN, TWITTER e FACEBOOK, o que naquele tempo os nossos ancestrais faziam na farmácia de seu Odon, os posseiros das mídias sonoras de Santa Rita, não usam essa ferramenta essencial, para a formação do caráter da população, e sim como trampolim financeiro para adquirir bens numerários e materiais, para que em contrapartida, não falem mal de AMARELOS, VERMELHOS OU VERDES, enquanto a população tem de aceitar falsos moralistas adentrando o espaço sonoro de suas casas, não utilizando o tom coloquial correto, omitindo “S” e “R” trazendo a incultura fonética, quando todos sabem o que eles fizeram recentemente no verão passado.

Resta aos cidadãos Santa Ritenses esperar que essa nova geração que se aproxima, mesmo que inconscientemente da comunicação, conquistem seu espaço na mídia e utilizem esta ferramenta da forma mas correta e principalmente que estudem como fazer isso em universidades e faculdades, precisamos de agentes comunicadores que ajudem o desenvolvimento da nossa cidade e não que se beneficiem dela.

Boa Sorte aos futuros comunicadores, que eles tragam a redenção a este meio de relação humana.

Marcos Ferraz
Auditor Contábil e Ativista Político